plano de aula circuito de obstáculos: crianças da pré-escola pulando em bambolês no pátio

Atravessando um Circuito de Obstáculos com Bambolês e Cones

Crianças da pré-escola atravessam um circuito de obstáculos usando bambolês e cones, praticando coordenação motora e sequenciamento de movimentos.

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Resumo rápido

Ano escolarPré-Escola
Componente curricularEducação Física
Duração estimada30 minutos
Etapas da aula5 etapas
Código(s) BNCCEI03CG02 · EI03CG03

Alinhamento Curricular (BNCC)

Unidade temática

Campo de experiência: Corpo, gestos e movimentos

Objeto de conhecimento

Circuito motor com obstáculos variados

EI03CG02EI03CG03

Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, ajustando-o com base em orientações recebidas; coordenar suas habilidades manuais e corporais em um circuito com desafios motores sequenciados.

Competências gerais da BNCC trabalhadas

8 — Autoconhecimento e autocuidado2 — Pensamento científico, crítico e criativo

Feito pela Equipe Escolas Disruptivas.

Conhecimentos prévios necessários

As crianças já devem ter vivenciado brincadeiras simples de correr e pular em momentos anteriores da rotina, mesmo sem ter experimentado um circuito estruturado com múltiplos obstáculos sequenciados.

Objetivos de aprendizagem

Atravessar um circuito de obstáculos combinando bambolês (para pular dentro) e cones (para contornar em zigue-zague), desenvolvendo coordenação motora e capacidade de seguir uma sequência de movimentos diferentes.

Pular dentro de uma sequência de bambolês no chão

Contornar cones em zigue-zague sem derrubá-los

Completar o circuito seguindo a sequência correta de obstáculos

Materiais necessários

Bambolês (5-6 unidades)Cones ou marcadores (5-6 unidades)Espaço amplo para montar o circuito
bambolês coloridos organizados em sequência para circuito motor na pré-escola

Passo a passo da aula

1

Montando e explicando o circuito

5 minutos

O educador organiza os bambolês em sequência no chão e os cones em zigue-zague logo em seguida, explicando a sequência: primeiro pular dentro de cada bambolê, depois contornar os cones em zigue-zague até o final.

2

Demonstrando o percurso

3 minutos

O educador demonstra o percurso completo uma vez, mostrando como pular de bambolê em bambolê e como contornar os cones sem derrubá-los, garantindo que o grupo compreenda a sequência antes de começar.

3

Praticando o circuito em fila

17 minutos

As crianças atravessam o circuito uma de cada vez, em fila organizada, repetindo o percurso múltiplas vezes ao longo do tempo disponível. O educador circula oferecendo apoio individual e incentivo, sem comparação de desempenho entre as crianças.

4

Variando o desafio

3 minutos

Para quem já completou o circuito com facilidade, o educador pode propor uma variação, como atravessar de costas nos últimos metros ou segurando um objeto leve com as duas mãos durante o percurso.

5

Fechamento e alongamento

2 minutos

O educador encerra com um alongamento leve, celebrando o esforço de todos em completar o circuito, reforçando que cada repetição ajuda a ficar mais confiante e ágil nos movimentos praticados.

Diferenciação e inclusão

Para crianças com maior dificuldade de pular com os dois pés juntos dentro dos bambolês, permita que caminhem através deles em vez de pular, mantendo a participação plena no circuito sem exigir a técnica completa. Para crianças com mobilidade reduzida, adapte a distância entre os obstáculos e ofereça apoio físico direto durante todo o percurso, garantindo segurança e inclusão na atividade.

Como avaliar

Observação da capacidade da criança de pular dentro dos bambolês em sequência, de sua habilidade em contornar os cones em zigue-zague, e de sua capacidade de completar o circuito seguindo a sequência correta de obstáculos, respeitando seu próprio ritmo de desenvolvimento motor.

CritérioO que observar
Salto nos bambolêsA criança pula, ou ao menos atravessa, a sequência de bambolês.
Contorno dos conesA criança tenta contornar os cones em zigue-zague.
Conclusão do circuitoA criança completa o circuito seguindo a sequência de obstáculos.
criança contornando cones em zigue-zague durante circuito de obstáculos

Atividade de extensão

Sugerir às famílias que criem um pequeno circuito de obstáculos simples em casa ou em um espaço externo seguro, usando objetos disponíveis, ampliando essa prática de coordenação motora para o contexto familiar.

Conexões interdisciplinares

Conecta-se ao campo Corpo, gestos e movimentos ao trabalhar coordenação motora grossa e sequenciamento de diferentes tipos de movimento, e a noções iniciais de Matemática ao seguir uma sequência ordenada de obstáculos ao longo do circuito.

Para saber mais

Circuitos de obstáculos que combinam diferentes tipos de desafio motor — pular, contornar, sequenciar — em uma única atividade estruturada oferecem uma forma rica e variada de desenvolver coordenação motora grossa, muito além de uma única habilidade isolada como correr ou pular repetidamente. A exigência de seguir uma sequência específica de obstáculos, do início ao fim do circuito, também desenvolve capacidade de planejamento motor e atenção sustentada, habilidades cognitivas importantes que se conectam diretamente ao desenvolvimento físico trabalhado nessa atividade.

Referências: BNCC (Base Nacional Comum Curricular, 2018)

Perguntas frequentes sobre esta aula

Quantos bambolês e cones são recomendados para um circuito adequado a essa faixa etária?+

Entre 4 e 6 bambolês em sequência, seguidos de 4 a 6 cones para o zigue-zague, costuma ser um circuito de duração e desafio apropriados para a pré-escola, sem tornar o percurso excessivamente longo ou cansativo.

O que fazer se uma criança derrubar constantemente os cones durante o zigue-zague?+

Aumente o espaçamento entre os cones para essa criança especificamente, facilitando a passagem sem contato, e celebre o esforço e a tentativa, independentemente de derrubar ou não os obstáculos durante a prática.

Como organizar a fila de espera para minimizar tempo ocioso das crianças?+

Mantenha o circuito com múltiplas repetições em rodízio rápido, e considere montar dois circuitos idênticos paralelos, se houver espaço e material suficiente, reduzindo o tempo de espera de cada criança entre uma tentativa e outra.

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